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REVIRAVOLTA IMPACTANTE: Polícia de SP quebra o silêncio após rastro de irmãos desaparecidos no Maranhão

A Polícia Civil de São Paulo informou nesta segunda-feira (26) que as crianças avistadas no centro da capital paulista não são os irmãos desaparecidos no interior do Maranhão, conforme havia sido relatado em uma denúncia recebida no fim de semana anterior.

DENÚNCIA APURADA

No sábado (24), a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo recebeu a informação de que as crianças Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos — desaparecidos desde 4 de janeiro, no povoado quilombola de São Sebastião dos Pretos, em Bacabal (MA) — teriam sido vistas em um hotel no bairro da República, no centro de São Paulo. As autoridades policiais, em conjunto com a polícia do Maranhão, iniciaram diligências para verificar a veracidade da denúncia.

INVESTIGAÇÃO E DESMENTIDO

Após verificar as denúncias e realizar buscas nos endereços indicados, a Polícia Civil declarou que as crianças encontradas no local não eram os irmãos desaparecidos. A checagem envolveu a análise atenta da situação e a comunicação com as forças de segurança maranhenses, que continuam acompanhando o caso original.

BUSCAS CONTINUAM NO MARANHÃO

O desaparecimento de Ágatha e Allan segue como um caso de grande repercussão e mobiliza uma ampla força-tarefa no Maranhão desde o início de janeiro. Equipes da Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Marinha, Exército e voluntários atuam na região de mata onde as crianças foram vistas pela última vez, tentando localizar vestígios dos menores.

HISTÓRICO DO CASO

As crianças, acompanhadas de um primo, desapareceram após saírem para brincar próximo a uma área de mata no povoado quilombola. O primo, Anderson Kauã, de 8 anos, foi encontrado com vida na mata alguns dias depois e participou de parte das investigações, indicando possíveis trajetos.

REAÇÃO DAS AUTORIDADES

Representantes da Segurança Pública do Maranhão destacaram que nenhuma linha de investigação está descartada e que a cooperação interestadual com a Polícia Civil de São Paulo foi fundamental para rapidamente checar e desmentir a informação sobre o suposto paradeiro em São Paulo — uma pista que chegou a ser considerada promissora, mas que não se confirmou.

O QUE ACONTECE AGORA

Com o desmentido da suposta localização em São Paulo, as autoridades reforçam que as buscas continuam concentradas no Maranhão, com a análise de vestígios encontrados no local onde as crianças desapareceram, além do monitoramento de denúncias que possam surgir. A família e a equipe policial seguem na expectativa por novos indícios que possam levar ao paradeiro de Ágatha e Allan.