Lula “deixa Trump no vácuo” após convite dos EUA para integrar novo Conselho da Paz

PROPOSTA DOS ESTADOS UNIDOS
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enviou um convite ao Brasil para que o país integre o novo “Conselho da Paz” proposto pelos EUA, um grupo internacional pensado para atuar, inicialmente, na Faixa de Gaza e potencialmente em outros conflitos globais. O convite teria sido formalizado por meio da embaixada brasileira em Washington.
REAÇÃO DO GOVERNO BRASILEIRO
Até o momento, o governo brasileiro, liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não respondeu diretamente ao convite — gerando interpretações de que o Brasil teria deixado o pedido “no vácuo”. Autoridades apontam que a proposta está sendo estudada com cautela antes de qualquer posicionamento formal.
AVALIAÇÃO DIPLOMÁTICA
Segundo relatos de auxiliares próximos ao presidente, a decisão de aceitar ou recusar o convite requer análise detalhada dos impactos diplomáticos e geopolíticos, incluindo a relação do Brasil com organismos multilaterais como a Organização das Nações Unidas (ONU) e parceiros europeus, além da necessidade de entender a legitimidade e eficácia prática do conselho proposto pelos EUA.
DÚVIDAS SOBRE O CONSELHO
Especialistas e autoridades estrangeiras sinalizam que, apesar de o grupo ser apresentado como um mecanismo de promoção da paz, não está claro qual será o papel efetivo nem a autoridade legal da nova estrutura. Há dúvidas também sobre a participação de outras potências e a viabilidade da iniciativa em comparação com instituições multilaterais tradicionais.
POSIÇÃO DE PAÍSES INTERNACIONAIS
Enquanto o Brasil avalia a proposta, outros países têm reagido de forma diferente: a Argentina, por exemplo, confirmou sua participação no conselho como membro fundador, sob o governo de Javier Milei, o que ressalta a diversidade de posicionamentos diplomáticos entre as nações convidadas.
O PRÓXIMO PASSO
O governo brasileiro deve continuar as consultas internas e debates diplomáticos antes de fornecer uma resposta oficial aos Estados Unidos. A orientação de assessores é de que qualquer decisão seja tomada com base em princípios de soberania nacional, defesa de interesses estratégicos do Brasil e respeito às normas multilaterais existentes.





